Horacio Ferrer en la Academia Porteña del Lunfardo
Programa anterior
lunes, 9 de septiembre de 2013
miércoles, 4 de septiembre de 2013
Para Escuchar...
"CANTATA A BUENOS AIRES"
de Chico Novarro
en la voz de: CARLOS FERNANDEZ
AUDIO EN: http://borisgold33.wix.com/bgold#!__recrear/chico-novarro
Gacetilla de Prensa 6 y 11 de setiembre 2013
AFV
PRODUCCIONES Y RADIO DE TANGO


presentan a:
CARLOS
FERNANDEZ Y ADRIANA VALOR
"UNA
NOCHE INOLVIDABLE...SOLO TANGO"
unanocheinolvidable@gmail.com
unanocheinolvidable@gmail.com
Viernes
a las 22 hs. y Miércoles a las 10 hs.
Hora
de Bs As. Argentina
ESCUCHALOS
por:
www.radiodetango.com.ar
14*
años ininterrumpidos en el aire.
La
historia, la música y la poesía de nuestro Tango.
"PATRIMONIO
UNIVERSAL DE LA HUMANIDAD"
PROGRAMA
1.355 DEL 06 Y 11de SETIEMBRE 2013
POETAS:
Jorge L.Borges – Celedonio Flores – Ruben Serrano – Juan Carlos
Mesa - Eduardo Gilardoni – Alda Salzarulo – Margarita Acevedo –
Norberto Calul – Ana L.Arellano Excelente -
CANTANTES:
Edmundo Rivero – Cacho Castaña – Ruben Juarez - Graciela Susana
– Graciela Siman – Jacquelin Sigaut – Maria Viviana –
Fernando Rodas – Esteban Riera – Milva -
MUSICOS:
Astor Piazzolla – Ramiro Gallo - Alto Tango – Alter Tango – Pascual Cholo Mamone – Lucho Repeto – Bajo Fondo -
HISTORIAS
QUE HACEN LA HISTORIA...: "Parque Patricios"
INVITADO:
MARCELO OLIVERI secretario de la
“ACADEMIA PORTEÑA DEL LUNFARDO”
----------------------------------------------------------------------------------------------------
CARLOS
FERNANDEZ EN VIVO:
con
la guitarra de Ricardo Cardone
Domingo
8 de Setiembre 2013 de 17 a 20 hs
“Dia
del Lunfardo”
Radio
de Tango y Una Noche Inolvidable...SoloTango”
te
invitan a presenciar el show, cantantes, musicos y poetas en la:
“Academia
Porteña del Lunfardo”: Estados Unidos 1379 C.A.B.A
entrada libre y gratuita
entrada libre y gratuita
o
escucharlo en exclusivo, en vivo y en directo por:
CORDIALMENTE
INVITADOS
GRABACIONES
Y CONTRATACIONES:
comunicate
al: 011.15.5525.8428
martes, 3 de septiembre de 2013
Rolando Gabrielli - Chileno residente en Panama
Setiembre puede
Septiembre puede romper
con sus violines cojos
las negras cuerdas negras,
los huesos
rotos
de sus cuarenta primaveras
y aun así dejarnos oír sus notas,
revivir cada pequeña historia,
cada derrota,
ser parte de una antigua
oscuridad ciega
y reunir los valientes sueños.
ser parte de una antigua
oscuridad ciega
y reunir los valientes sueños.
Rolando Gabrielli©2013
lunes, 2 de septiembre de 2013
Jorge Humberto - Portugal
"O mistério da vida é não haver mistério algum"
O mistério da vida é não haver mistério algum, somos assim nós
quem temos pela frente todo um mundo por decidir. Quem foi que
disse que isto tem de ser assim e aquele outro daquela maneira,
desvendado o mistério, outro se impõe, tudo morre e jaz,
agonizando no chão, a vontade do homem. Não há neste mundo, ou
noutros a haver, duas coisas iguais, uma mesma pedra lapidada,
segundo métodos iguais, nunca encontra semelhante entre as suas,
ainda que atenda a formas e medidas, que as mãos do artífice de
há muito acostumaram-se a ritualizar, é por essa razão que existem
o que chamam de pedras “brutas” e pedras “puras”.
Há aqui algum mistério, que não o saber-se mistério já, só porque
se definiu que era das profundezas da terra, que a pedra tumesceria
ou viveria? Vide, minhas mãos?, vide, meus olhos? que contêm eles
de misterioso? As mãos, com que me humedeço, os olhos, que
prevalecem, são só o reflexo do caminho, com o qual me percorro
diariamente...
O mistério da vida é não haver mistério algum, somos assim nós
quem temos pela frente todo um mundo por decidir. Quem foi que
disse que isto tem de ser assim e aquele outro daquela maneira,
desvendado o mistério, outro se impõe, tudo morre e jaz,
agonizando no chão, a vontade do homem. Não há neste mundo, ou
noutros a haver, duas coisas iguais, uma mesma pedra lapidada,
segundo métodos iguais, nunca encontra semelhante entre as suas,
ainda que atenda a formas e medidas, que as mãos do artífice de
há muito acostumaram-se a ritualizar, é por essa razão que existem
o que chamam de pedras “brutas” e pedras “puras”.
Há aqui algum mistério, que não o saber-se mistério já, só porque
se definiu que era das profundezas da terra, que a pedra tumesceria
ou viveria? Vide, minhas mãos?, vide, meus olhos? que contêm eles
de misterioso? As mãos, com que me humedeço, os olhos, que
prevalecem, são só o reflexo do caminho, com o qual me percorro
diariamente...
Ruth Ana Lopez Calderon - Bolivia
LA PLUMA
La
pluma negra en la mano aletea desesperada,
su silueta distante captura el
viento inclemente:
Usurpa sueños tardíos y temores que habitan el horizonte
donde
noches ensimismadas escudriñan el fondo de lo oscuro,
lento
mastican la zozobra de impuros gemidos,
de
piel profana como sepulcro y ecos
vagan
como fantasmas y relámpagos
alumbrando
tempestades nocturnas.
¡No!,
no hay nada tangible en la alborada de este paisaje
de
llanto,
sus
crispadas alas amortajan la esperanza y en la sombra
huyen.
La
pluma negra en la mano lamenta como estaca
y
como carne fragmenta y desdibuja el mapa clandestino.
Y
el alarido, ¡sí!, el alarido de su vuelo.
El
dibujo del oscuro laberinto.
¡Oh!,
esperado e inesperado retorno.
El
cuervo reposa sus garras sobre mi mano.
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